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domingo, 9 de outubro de 2011

Psicologia Humanista

Surgiu no início da década de 1960 e é considera a terceira força da Psicologia - as forças anteriores são Psicanálise e Behaviorismo ou Psicologia Comportamental. Segundo Schultz (2005) a Psicologia Humanista enfatiza o poder do homem, suas aspirações positivas, a experiência consciente, o livre arbítrio, não determinismo, a plena utilização do potencial humano e a crença da integridade da natureza humana.
Ainda segundo o mesmos autores, esta escola de pensamento refletia o descontentamento manifestado na década de 60 contra o pensamento mecanicista e materialista. Eram dissidentes da Psicanálise ortodoxa com o enfoque humanizador no aparelho psíquico. O humanismo tem como "pai"  o teórico Abraham Maslow (1908-1970) que lutou pela respeitabilidade acadêmica de seu estudo, defendo seus ideais que conceituaram a Auto-realização e a famosa pirâmide das necessidades.
Em 1962 foi fundada a AHP (American Association for Humanistic Psychology), Associação Americana de Psicologia Humanista, que se tornou a força impulsionadora do movimento. Filosoficamente baseia-se a psicologia humanista sobretudo no humanismo, no existencialismo (Jean-Paul Sartre, Martin Heidegger) bem como na fenomenologia (Edmund Husserl) e na autonomia funcional (Gordon Allport).

Referências:
Penna, Antonio G.(1991) História das Idéias Psicológica, 2a ed, RJ imago.
Schultz, Duane &Sydney. (2005) História da Psicologia Moderna. 12a ed, Sp, cultrix.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Psicologia da Gestalt

A Psicologia da Gestalt, sofre influencia hereditária do Humanismo que surgiu no início da década de 1960 e é considera a terceira força da Psicologia - as forças anteriores são Psicanálise e Behaviorismo- e de correntes filosóficas diversas. É de certa forma uma crítica humanista à Psicanálise. Sofreu expansão em muitos conceitos vindos dessa teoria que enriquecem ainda nos dias de hoje a teoria clínica da Gestalt-Terapia, que se expandiu também para o contexto educativo e de recursos humanos.

Esta escola de pensamento reflecte o descontentamento manifestado na década de 60 contra o pensamento mecanicista e materialista. Eram dissidentes da Psicanálise ortodoxa com o enfoque humanizador no aparelho psíquico. O humanismo tem como "pai" Abraham Maslow (1908-1970) que lutou pela respeitabilidade académica de seu estudo, defendo seus ideais que conceituaram a Auto-realização.

Se compreende melhor os fenómenos psicológicos quando os observa como um todo organizado e estruturado. Não se compreende o comportamento se desmembrar o todo em partes menores, mas deve-se compreender a totalidade dos eventos. A presente escola estuda, entre outros conceitos, o insight, que não é apenas a resolução dos problemas, mas o processo que conduziu a esta resolução, buscando entender o evento mental não observável, como já foi citado anteriormente. Um exemplo do processo de insight é a situação de alguém que a princípio não tem compreensão da resolução de um problema até o momento em que num pequeno instante desenvolve esta compreensão. "O todo é diferente da soma das partes" é a máxima Gestaltista. Ao observamos um objecto na perspectiva da Gestalt, não se fará apenas uma descrição do observável como cores, formas, tamanhos, mas, o que o objecto lhe evoca. Por exemplo, o que cada indivíduo percebe ao ver uma flor, pois a percepção está além dos elementos fornecidos pelos órgãos sensoriais.

Max Wertheimer (1880-1943) publica o primeiro trabalho que inicia os estudos da Gestalt em 1912, mas ainda sem muita notoriedade, num estudo sobre a percepção visual, com seus colegas Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1940). Os três são considerados iniciadores do movimento da Gestalt. Estes estudiosos eram contrários a ideia da consciência ser um conjunto elementos ou átomos. O conceito de unidade da Gestalt tem base na física moderna. Experimentaram o fenómeno phi como prova que demonstra através da ilusão de que dois focos fixos de luz piscante estão em movimento de um lugar para o outro. Também se dedicaram ao estudo de outro fenómeno, a constância perceptual, que demonstra a qualidade de integridade ou plenitude da experiência perceptual que não se altera, mesmo com a mudança dos elementos sensoriais.

Referências:
PENNA, Antonio G. História das Idéias Psicológica, 2a ed, RJ imago.1991.
SCHULTZ, Duane &Sydney. História da Psicologia Moderna. 12a ed, sp, cultrix.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Behaviorismo

É uma palavra de origem inglesa, que se refere ao estudo do comportamento que significa em inglês "Behavior". É uma perspectiva que defende o estudo entre o comportamento observável e os eventos ou estímulos ambientais, com a finalidade de materializar o que se denominar por mental. A cognição, amplamente estudada no Behaviorismo, é algo a que não se tem acesso direto mas que fica claro no comportamento lingüístico das pessoas, no resolver de problemas, no recordar, etc. Surgiu em oposição ao mentalismo e ao introspeccionismo. Partindo de pressupostos associacionistas, o ganhador do Premio Nobel Ivan Pavlov (1849-1936), pesquisou tipos de comportamento de aprendizado involuntário, através de cachorros que salivavam ao ver os técnicos do laboratório que lhes traziam alimento. Dessa forma denominou esta conduta de aprendizado clássico condicionado e assim conquistou a condecoração, abrindo caminho para o desenvolvimento do Behaviorismo. O pai do behaviorismo radical foi John Watson (1878-1958), que focou no estudo dos comportamentos observáveis.

Referências:
MATOS, Maria Amélia. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. Disponível em: http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/matos.htm. Acesso em: 27.09.11.
PENNA, Antonio G. História das Idéias Psicológica, 2a ed, RJ imago.1991.
SCHULTZ, Duane &Sydney. História da Psicologia Moderna. 12a ed, Sp, cultrix.2005.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Psicanálise

Sigmund Freud (1856-1939) é o pai da Psicanálise. Teve formação em medicina em Viena, especializou-se em Psiquiatria e alterou de forma radical o modo de pensar o psiquismo, pois, estudou e teorizou fantasias, sonhos, esquecimentos, e outros conteúdos de forma sistemática como problemas científicos, o que culminou na criação da Psicanálise.
 A Psicanálise é portanto uma teoria da personalidade, método de investigação e prática profissional, independente da Psicologia, pois é uma entre outras formas de psicoterapia.
Em 1990  lançou o livro A interpretação dos sonhos, onde apresentou a concepção sobre estrutura e funcionamento da personalidade, e três famosas instâncias psíquicas: inconsciente, pré-consciente e consciente. Contribuiu também para a compreensão da sexualidade infantil com as fases oral, anal, fálica, latência e genital.
Quanto aos processos que influenciam o desenvolvimento, Freud sugeriu o complexo de Édipo e de Electra. Criou também os conceitos de pulsão de vida, de morte e uma segunda teoria do aparelho psíquico, a ideia de id, ego e superego. Contribuiu explicando os mecanismos de defesas, entre outros.


Referências:

Bock, A. M. B. ; Furtado, O. ; Teixeira, M. L. T. (2002). Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva.
Schultz, D. & Schultz, S. E.(2005). História da Psicologia Moderna. 12ª ed. São Paulo: Cultrix.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Funcionalismo

Esta escola busca entender as ações humanas, o quê e o porquê. A chave para o entendimento da mente e dos comportamentos seria o estudo dos processos de como e porque a mente funciona como funciona. ao invés do estruturalismo dos conteúdos e elementos estruturais mentais. Acreditavam no uso de quaisquer métodos que utilizavam para responder as suas perguntas. Surge nos Estados Unidos em oposição à psicologia titcheneriana, por volta de 1900. Era defendida a idéia de que o aspecto estrutural do psiquismo deve ser buscado não nos seus supostos elementos, mas nas funções, atos ou processos mentais. A psicologia deve reconhecer em sua analise estrutural não os elementos como sensações, sentimentos, mas atos como julgar, perceber, recordar. Darwin e sua obra A origem das espécies, influenciaram o pensamento funcionalista  nos aspectos da psicologia animal, formando a base da Psicologia comparativa, ênfase na função e não apenas na estrutura da consciencia, aceitação de dados de outras áreas e ennfoque na descrição e mensuração das diferenças individuais.

Referências:
PENNA, Antonio G. História das Idéias Psicológica, 2a ed, RJ imago.1991.
SCHULTZ, Duane &Sydney. História da Psicologia Moderna. 12a ed, sp, cultrix.

domingo, 18 de setembro de 2011

Primeiro Curso Gratuito e Online de Prevenção de Drogas para Pais do Brasil

As drogas são hoje causa de problemas de saúde pública, por isso, informação sobre esta temática nunca é demais. Aí vai o link para o curso!Até mais...http://www.paisconectados.org/paisconectados.html , mais informações contactar com Enfª Alexandra de Assis - Centro de Saúde Ary Rodrigues - SEMSA Rio Branco, AC.(68) 3224-9529 (68) 9281-9984 (68) 9971-5591 xanda.assis@gmail.com  twitter.com/xandadeassis

sábado, 17 de setembro de 2011

Estruturalismo

Foi a primeira escola de pensamento da Psicologia. Busca compreender a configuração dos elementos que compõe a mente, analisando os seus componentes e percepções. Ao olhar um objeto, um estruturalista observa e descreve este objeto com um grande número de detalhes, como por exemplo uma porta. Podería-se dizer que é retangular, é de determinado material como madeira ou vidro, tem um determinado tamanho, está aberta ou fechada, possui fechadura, etc, ou seja, analisam a percepção em termos de cor, tamanho, forma geométrica, assim sucessivamente. Para esta escola, a mente é dotada de poder de organização voluntária de seus elementos mentais. O estruturalismo define a psicologia como ciência da consciência ou da mente, definição herdada de Wilhelm Wundt (1832-1920), que nem sempre foi considerado o fundador da Psicologia experimental. Era defendida também a idéia de que os psicólogos deveriam se concentrar mais nos processos do pensamento que nos conteúdos. Um de seus métodos para pesquisas era a introspecção, pois defendia o estudo das experiências sensoriais. Teve muitos seguidores sendo um dos mais notáveis o inglês Edward Bradford Titchener (1867-1927), que ajudou a trazer o estruturalismo para os EUA e Alemanha, alterando-o de modo a dar maior enfoque a descoberta da natureza das experiências conscientes.

Referências:
PENNA, Antonio G. História das Idéias Psicológica, 2a ed, RJ imago.1991.
SCHULTZ, Duane &Sydney. História da Psicologia Moderna. 12a ed, sp, cultrix.