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sábado, 24 de novembro de 2012

30 anos depois e a Síndrome de Peter Pan continua em alta


Ficheiro:Peter Pan 1915 cover 2.JPG

O personagem Peter Pan foi criado por J. M. Barrie em meados de 1902, em um livro infantil, em seguida adaptado para uma peça teatral e décadas mais tarde também fez sucesso como filme. A história relata a vida de Peter Pan e sua fadinha Sininho, com outras crianças que vivem na Terra do Nunca. Eles jamais envelhecem, vivem grandes aventuras em meio a bagunça e festa.

Baseado nesta obra, Dr Dan Kiley lançou um livro em 1983, chamado Síndrome de Peter Pan: O homem que nunca cresce. Este aspecto comportamental continua quase 30 anos depois, ainda muito presente na sociedade. Hoje não só homens, mas também mulheres, apresentam resistências para "crescer", adquirir mais responsabilidades ou mesmo superar velhos hábitos. Contudo não há registro no DSM-IV.

Claro que existem fatores econômicos e profissionais envolvidos nestas "resistências". Contudo, apesar do país estar vivendo um momento em que dificilmente alguém mesmo jovem e recém formado consegue imediatamente seu primeiro emprego e este remunera suficiente para o individuo sustentar a si e a uma moradia, estas circunstancias são sociais, a síndrome fala das comportamentais. São elas: irresponsabilidade, narcisismo, rebeldia, dependência, negação do envelhecimento, ansiedade, entre outros.

Fique atento (a) se você não esta embarcando numa zona de conforto e por medo de mudanças ou outros tantos motivos,  esta vivendo uma vida de ilusão assim como na Terra do Nunca, esperando que algo ou alguém, resolva seus problemas como pessoas ou entidades.  Observe que para as crianças casa, comida e roupa lavada são um direito previsto em lei, já para os adultos são algo pelo que se tem que batalhar.

Leia mais em:
http://psicologofurlaneto.blogspot.com.br/2012/10/adultos-imaturos-sindrome-de-peter-pan.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Pan
http://www.leuromag.info/Peter-Pan-syndrome-children-men_a16.html


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Lipoaspiração: aspectos psicológicos para o sucesso cirúrgico

                                      
  Os comentários sobre o falecimento da modelo Pamela Baris do Nascimento, em decorrência de uma lipoaspiração no último dia 19 de Outubro, aumentam pelo país e fazem coro com outros casos que não obtiveram sucesso. A impressa tem noticiado o caso como a moça tendo sido vítima de sua própria vaidade, mas na verdade muitos outros aspectos estão implicados neste contexto.
  A Lipoaspiração é um procedimento cirúrgico estético que vem sendo beneficiado pela tecnologia cada vez mais ao longo do tempo. O sucesso da cirurgia vai depender não apenas do médico e do aparato de infraestrutura mas da pessoa que se submete, porque é um processo que se inicia no momento em que se decide e só termina alguns meses depois da cirurgia. Deve-se avaliar que uma cirurgia como esta retira uma determinada quantidade limitada de gordura, então, não é indicada para pessoas com índice de gordura muito acima do peso, nem abaixo. 
  A pessoa deve averiguar que imagem corporal tem si, se esta percepção condiz com a realidade. É importante também fazer uma consulta com bastante antecedência porque o médico pode pedir que emagreça.  Há pessoas que desejam economizar em todo o processo, inclusive na escolha do médico. Este comportamento pode ser prejudicial pois alguns médicos cirurgiões gerais e não especialistas em cirurgia plástica, tem realizado os procedimentos com um número maior de insucessos. Busque todas as informações possíveis sobre o(a) profissional. É importante fazer os exames de risco cirurgico que o médico indica.
  Outra dica é que o pensamento de economizar pode vir a ser negativo novamente na escolha do local da cirurgia, pois tem pessoas que escolhem realizar o precedimento em clínicas e não em hospitais. Após a cirurgia existe um tempo de internação, não adianta querer sair as pressas para casa para fazer esta ecomonia pois o hospital tem uma estrutura necessária. Não adianta fugir dos medicamentos que tem que tomar durante semanas após o procedimento e da fisioterapia que pode se estender por meses após a cirurgia, bem como o uso de cintas e talas protetoras.
  A ansiedade deve ser controlada pois pode acontecer da pessoa não se controlar e comer alimentos quando o médico os contraindica, pegar sol e fazer exercícios quando ainda não esta liberado, burlar as medicações e fisioterapias, e em casos extremos se submeter a cirurgia mais de uma vez sem uma real necessidade. Após tudo isso, vida normal com alimentação saudável e esporte para não engordar novamente!
  Lipoaspiração parecia o jeito fácil não é? Observe bem se a necessidade é física ou psicológica. Se a pessoa não seguir o pré-operatório, pós-operatório e estilo de vida subsequente, é melhor não fazer.